Home Data de criação : 08/10/28 Última atualização : 11/10/17 12:00 / 19 Artigos publicados

A PEDOFILIA DO HAMAS  (CRÍTICAS) escrito em sexta 15 janeiro 2010 19:27

A Pedofilia do Hamas

 

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida:

Pedofilia do Hamas

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Para finalizar, o vídeo abaixo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para "estudarem melhor" - que incluem açoitamentos - escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:

 

http://www.youtube.com/watch?v=gdi2bdv4nwA

 

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

 

Publicado por De Olho na Mídia com o título A História Oculta do Mundo: a pedofilia do Hamas -

 

permalink

PARA ASSISTENTE SOCIAL REFLETIR  (FATOS SOCIAIS PENSADOS E FALADOS) escrito em sexta 15 janeiro 2010 19:17

Blog de conscienciasocial :CONSCIENCIA SOCIAL, PARA ASSISTENTE SOCIAL REFLETIR

Além de desumana, tortura não funciona, diz neurociência

Estresse e ansiedade de interrogados afeta funções ligadas à memória.
Pesquisa foi publicada hoje na ‘Trends in Cognitive Science’.

Do G1, em São Paulo

Técnicas de interrogatório coercitivas empregadas pela administração George W. Bush para extrair informações de suspeitos de terrorismo não serviram para nada e, além disso, acarretaram no final das contas efeitos negativos não previstos sobre a memória e as funções cerebrais dos interrogados. Pesquisa publicada nesta segunda-feira (21) na revista especializada “Trends in Cognitive Science” debruçou-se sobre as evidências científicas disponíveis para concluir que o estresse contínuo e extremo, sem falar na ansiedade, têm influência destrutiva sobre as funções cerebrais relacionadas à memória. O trabalho foi liderado por Shane O’Mara, do Instituto de Neurociência do Trinity College, em Dublin (Irlanda).

 "Para resumir uma vasta e complexa literatura: estresse prolongado e extremo inibe os processos biológicos que dão suporte à memória"

Memorandos do período Bush liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em abril deste ano, já na gestão Barack Obama, detalhavam as técnicas de “interrogatório coercitivo” sugerindo que períodos prolongados de choque, estresse, ansiedade, desorientação e falta de controle seriam mais eficazes do que os interrogatórios-convencionais (considerando, imagina-se, os padrões vigentes em um Estado de Direito) para que suspeitos revelassem informação confiável.

 

Essa avaliação um tanto quanto chocante é alicerçada em duas premissas. A primeira é que os indivíduos são “motivados” a revelar informação verídica para dar fim o quanto antes possível ao interrogatório. A segunda é que estresse extremo, choque e ansiedade não impactam a memória. Se qualquer criança vai concordar que a primeira premissa faz sentido, a segunda, ao contrário, simplesmente não é apoiada por evidência científica nenhuma, aponta O’Mara.


Memorandos da era Bush defendiam eficácia do 'interrogatório coercitivo'

Estudos psicológicos indicam que, em estresse e ansiedade extremas, o preso fica condicionado a associar fala a períodos de segurança. Mas é difícil, senão impossível, determinar durante o interrogatório se o investigado está revelando informações verdadeiras ou apenas falando para escapar da tortura. O estudo mostra ainda que estresse extremo exerce ação destrutiva no lobo frontal e está vinculado à produção de falsas memórias.

 

Estudos neuroquímicos revelaram que o hipocampo e o córtex pré-frontal, regiões do cérebro essenciais para o processo da memória, são ricos em receptores de hormônios ativados por estresse e privação do sono. “Para resumir uma vasta e complexa literatura: estresse prolongado e extremo inibe os processos biológicos que dão suporte à memória no cérebro”, diz O’Mara. “Dado nosso conhecimento atual em neurobiologia, é improvável que interrogatórios coercitivos facilitem a liberação de informação verdadeira a partir da memória de longo prazo. Ao contrário, essas técnicas comprometem o tecido cerebral que dá apoio tanto à memória quando ao processo decisório.”

 


 

Moisés Lourenço/SP
22/09/2009
moises@caiofabio.com

permalink

FELIZ NATAL! VOCÊ JÁ FOI RECONCILIADO.  (REFLEXÃO SOCIAL) escrito em sábado 19 dezembro 2009 14:57

Blog de conscienciasocial :CONSCIENCIA SOCIAL, FELIZ NATAL!    VOCÊ JÁ FOI RECONCILIADO.

Paulo disse que não era mais para se guardar festas religiosas como se elas carregassem virtude em si mesmas.

Assim, as datas são apenas datas, e as mais significativas são aquelas que se fizeram história, memória e ninho em nós.

Ora, o mesmo se pode dizer do Natal, o qual, na “Cristandade”, celebra o “nascimento de Jesus”, ou, numa linguagem mais “teológica”, a Encarnação.

No entanto, aqui há que se estabelecer algumas diferenciações fundamentais:


1. Que Jesus não nasceu no Natal, em dezembro, mas muito provavelmente em outubro.

2. Que o Natal é uma herança de natureza cultural, instituída já no quarto século. De fato, o Natal da Cristandade, que cai em dezembro, é mais uma criação de natureza constantiniana, e, antes disso, nunca foi objeto de qualquer que tenha sido a “festividade” da comunidade dos discípulos originais.

3. Que a Encarnação, que é o verdadeiro natal, não é uma data universal — embora Jesus possa ter nascido em outubro —, mas sim um acontecimento existencial que tem seu inicio em nós quando cremos que Deus estava em Cristo, e se renova em nós cada vez que vivemos no amor de Deus, confiantes na Graça da Encarnação e na Encarnação da Graça: Jesus, o Emanuel.

4. Que embora o Natal da Cristandade não seja nada além de uma celebração religiosa e sincrética, nem por isso ele faz mal a quem o celebra como quem come o pão e bebe o vinho do Amor de Deus em Sua Encarnação. Isso porque, como qualquer outra coisa, o que empresta sentido às coisas não são as coisas em si mesmas, mas o olhar de quem nelas projeta, simbolicamente, o seu próprio coração.


Assim, que cada um tenha o natal que em si mesmo tiver sido gerado!

O meu é todo dia, pois, a cada dia vivo apenas porque creio que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo.

Do contrário, para mim não haveria natal, posto que um homem como eu já não encontra ilusões viáveis como paliativo e auto-engano para a existência.

Por isso digo: sem o meu natal de fé em Cristo, sobraria apenas o meu funeral de tristeza.

Há quem faça um natalzinho existencialmente do tipo “Casas Bahia”.

Há quem o torne algo tão “exato” que não o celebrar é como não comparecer ao “Aniversário de Jesus”.

Há quem não o celebre por julgá-lo uma festa pagã.

E há também quem o denuncie de modo estapafúrdio, como um certo “apóstolo” que, desejando “teologizar” — coisa, para ele, mais difícil do que boi voar —, disse que a Encarnação não é para ser celebrada, mas apenas a Ceia do Senhor. E concluiu que quem celebra a Encarnação celebra o Primeiro Dia em vez de celebrar o Sétimo. Assim, conclui ele, tal pessoa voltou atrás. E isso tudo sem lembrar que João diz que todo espírito que não confessa a Encarnação não procede de Deus, pois é espírito do anticristo, o qual já está no mundo, e, segundo João, “procede do meio de nós”.

Sem Encarnação, Aquele que morreu e ressuscitou não poderia dizer: “Vede! Um espírito não tem carnes nem ossos, como vedes que eu tenho!”

Sem começo, não há fim. Portanto, tratando-se de Deus, Alfa e Ômega são a mesma coisa, pois Aquele que é é, e nEle não se pode m separar eventos que salvam e eventos que não salvam. E isso por uma única razão: Quem salva é Ele, e não pedaços dEle!

Portanto, como todos os dias, celebre seu natal com a gratidão dos filhos da Graça que se encarnou como manifestação de uma reconciliação que já estava feita antes de acontecer na História, visto que o Cordeiro de Deus já havia sido imolado desde antes da fundação do mundo.

Portanto, não há nada tão final quanto o próprio começo de tudo!


NEle,



Caio

permalink

LANÇADO O MEU LIVRO: "E ERA INVERNO..."  (VIDA EM VERSOS) escrito em quinta 20 agosto 2009 16:00

Blog de conscienciasocial :CONSCIENCIA SOCIAL, LANÇADO O MEU LIVRO: 'E ERA INVERNO...'
E Era inverno...
Daniel da Silva Leite

   

“E ERA INVERNO É UMA PRAÇA DE ENCONTRO DISPONÍVEL A TODOS ESPERANDO CHANCES DE CONVERSA...”

Este livro trata do amor como vida e paixão, romance e desejo, fantasia e encantamento, mas também como realidade que lida com o que é; sem fi cção.

Revela o amor como a síntese de tudo o que faz a existência acontecer, mostrando que a alma passa, por um lado, por estados extraordinários e maravilhosos e por outro por estados de patologia e insanidade.

Somos desafiados pelo autor a viver intensamente cada segundo neste mundo de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos, de necessidade de paciência e perseverança em amor pela constatação de que a existência é secundaria onde o milagre é a vida.

E era inverno deve ser lido por todos os que na vida tem se oferecido como amigos, namorados, companheiros e irmãos; movidos pela força de um amor que aceita o revelado, transcende a tudo e entende que é normal não entender este mistério: O AMOR!

Vendas pelo site da editora: www.editorabarauna.com.br

permalink

CALMA ACADÊMICOS DA EAD...  (INFORMATIVO ACADEMICO) escrito em sexta 31 julho 2009 17:37

Blog de conscienciasocial :CONSCIENCIA SOCIAL, CALMA ACADÊMICOS DA EAD...
 
 Ministério da Educação começa a punir cursos de EAD com baixa qualidade
 

Apenas uma das quatro instituições avaliadas não teve polo fechado


Medidas Tomadas Pelo MEC:

• Todas as instituições que oferecem cursos de EAD passarão por supervisão.

• Após a supervisão as instituições devem assinar um termo de compromisso com o MEC, que deve ser cumprido no prazo de 12 meses.

• O vestibular está suspenso nas instituições que tiverem pólos interditados.

• Todos os alunos matriculados continuarão os estudos e os cursos terão de se adequar às normas estabelecidas no acordo com o MEC.

O sistema de EAD (Educação a Distância) tem atualmente 760.599 alunos matriculados em 109 instituições. Até 2007, não havia critérios a serem seguido pelas instituições. Para mudar esta situação e criar um padrão entre as instituições, o MEC (Ministério da Educação) lançou em dezembro de 2007 a portaria nº40, que estabelece regras tanto para novas instituições quanto para aquelas já existentes. Foi então montada uma equipe com 104 colaboradores para supervisionar as instituições e apontar as melhorias necessárias em cada uma. "O MEC acredita no sucesso da Educação a Distância, mas é preciso manter somente os cursos de qualidade em bons pólos", acredita o secretário de ensino a distância, Carlos Eduardo Bielschowsky.

Quatro instituições já passaram pela supervisão do MEC. Segundo Bielschowsky, são as que têm o maior número de estudantes e de denúncias. São elas, UNOPAR (Universidade do Norte do Paraná), UNITINS (Fundação Universidade do Tocantins), FAEL (Faculdade Educacional da Lapa) e Uniasselvi (Centro Universitário Leonardo da Vinci). Juntas, estas instituições respondem por 257.178 alunos.

Neste primeiro momento, três das quatro instituições avaliadas tiveram pólos interditados, num total de 1.337 (veja a relação de pólos irregulares). De acordo com Bielschowsky, não foram analisados somente os pólos, e sim as instituições como um todo. A Unopar foi a única que não sofreu interdição. No entanto o secretário não a isenta de problemas, mas, neste caso, afirma que eles estavam relacionados à densidade do conteúdo programático. Após a supervisão, as instituições assinaram um Termo de Ajuste, que deve ser cumprido em até 12 meses. "Solicitamos que se melhore a oferta", resume o secretário.

Segundo a reitora da Unopar, Elisabeth Bueno Laffranchi, a instituição começou a oferecer cursos pelo método de EAD em 2003, e até 2007 as universidades não tinham nenhum tipo de referência. Para ela, as exigências contidas na portaria são necessárias para o desenvolvimento da modalidade. Em referência à própria Unopar, Elisabeth acredita que há muita coisa a ser melhorada. Nesse sentido, a gestora afirma que a instituição investiu na compra de cinco mil computadores e R$ 1,5 milhão foi gasto em livros. A reitora alega que o tempo dado desde a publicação da portaria até esta primeira supervisão não foi suficiente para o cumprimento de todos os objetivos. A reitora diz que, em acordo selado com o SEED (Secretaria de Educação a Distância), a Unopar vai se adequar às metas estabelecidas até outubro de 2009. "Somente as universidades que estiverem em condições conseguirão fazer esse investimento", acredita a reitora.

As instituições com irregularidades mais graves, segundo Bielschowsky, foram a Unitins e a FAEL. Ele explica que, de acordo com a portaria normativa nº2, de 10 de janeiro de 2007, as instituições que oferecem EAD deveriam credenciar todos os seus pólos, exigência que só cumpriram parcialmente. Na supervisão, pólos não declarados não foram aprovados por fugirem aos requisitos mínimos exigidos. Em nota oficial divulgada à imprensa, a Unitins afirma que as medidas não afetarão o andamento das aulas em curso nem nos pólos presenciais nem nos centros associados. No entanto, o vestibular da instituição está suspenso. "No prazo estipulado pelo MEC (12 meses), serão analisadas e melhoradas as condições de funcionamento dos pólos presenciais, tais como as instalações físicas, biblioteca e o acesso à internet. Haverá, também, uma revisão das atividades acadêmico-pedagógicas", diz a nota divulgada pela instituição.

Segundo o diretor-geral do SINEAD (Sindicato Nacional das Empresas de EAD), Noberto Orlando, o posicionamento do MEC é correto, assim como a necessidade da interdição dos pólos que não se adequarem aos requisitos mínimos de qualidade exigidos. No entanto, Orlando garante que todas as instituições que sofreram punições têm licença para funcionar desde antes de 2007. Além disso, para dirigente, o tempo que as instituições tiveram para se adaptar foi pequeno. "O MEC diz que os alunos vão estudar no mesmo lugar, portanto, se há condições de estudo, então há o mínimo exigido. O tempo foi muito pequeno para as IES (Instituições de Ensino Superior) se adequarem", justifica ele.

Outro ponto levantado por Orlando diz respeito à divulgação dos nomes das instituições na mídia. Para o diretor, já que o MEC julgou que os alunos matriculados podem terminar a graduação, significa que as instituições têm o mínimo necessário para a formação universitária e que, com mais tempo, seria possível se adequarem à regulamentação do ministério. "Concordamos que haja pólos que não atendam ao mínimo de qualidade exigido pelo MEC, mas precisam de um prazo mais dilatado para resolver esse impasse, sem ter seus nomes divulgados numa espécie de lista negra para todo o País", afirma Orlando. Mas, para Bielschowsky, trata-se apenas de uma prestação de contas. "Não estamos divulgando lista negra nenhuma, estamos trabalhando junto com as instituições", afirmou. Para o secretário é importante que, além das portarias, haja a supervisão e um compromisso contínuo com as instituições para manter o nível de qualidade.




Fonte:
Universia
Postado por: MA 02/12/08
 
permalink
|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para conscienciasocial

Precisa estar conectado para adicionar conscienciasocial para os seus amigos

 
Criar um blog